08 de março: Dia da Mulher*
A mulher, que atingiu vários de seus objetivos, muitas conquistas, que tem orgulho de tê-los alcançado, sabe a delícia e a dor que é ser mulher.
Me importo aqui com as mulheres que cedem aos desejos de seus semelhantes, evitando o conflito, sejam filhos, marido, colega de classe, colega de trabalho, mesmo seu braço direito doméstico... Cede, pois é o que se espera. Quando não, é estranha, têm sérios problemas, é histérica, tem depressão, TPM. Não...o homem de hoje não, ele está estressado, apenas.
Quando luta para impor sua vontade mesmo sendo nobre, muitos não a entenderão... Como é difícil seguir seu coração, sua emoção e até sua razão. Difícil mesmo é tomar as rédeas da própria vida, por outro lado, ir deixando se levar por ela, trará conseqüências inimagináveis...já que não se está no “comando", que torna imprevisível o resultado! Deixa o amor de sua vida passar e outras oportunidades, simplesmente por não saber selecionar, não saber entender a própria alma, já que perdeu muito do seu tempo focando-se no mundo externo. Sensibilidade, inteligência, vontade, liberdade, senso crítico, afetividade, indulgência, criatividade... Tudo grita em meio da correria da vida, da roupa por lavar, das tarefas, do animal de estimação, das crianças, dos desejos... Do ceder. É quando confude-se generosidade com escravidão.
Proibido deveria ser alguém responder a outrem quando nem mesmo as ânsias que carrega, têm a chance se serem descobertas de verdade.
Enquanto por outro lado, o que querem os outros, é apenas uma companheira das “cavernas”, a que serve, a que cede. Aquela que mesmo não cumprindo exclusivamente o papel de cuidar dessa caverna, continua sentindo-se pressionada aos cuidados físicos e emocionais do mundo, só é uma pena que não pôde ainda, cuidar de suas próprias verdades!
*Este primeiro texto foi escrito no primeiro ano da faculdade, quando ainda não era psicóloga. Uma frase deste texto foi citada no meu trabalho de conclusão de curso, cujo título é "O Conflito de Papéis e o Psiquismo Feminino", 2014, 81p. Orientador: Prof. Dr. Hélio Alves, Universidade Católica de Santos.
Me importo aqui com as mulheres que cedem aos desejos de seus semelhantes, evitando o conflito, sejam filhos, marido, colega de classe, colega de trabalho, mesmo seu braço direito doméstico... Cede, pois é o que se espera. Quando não, é estranha, têm sérios problemas, é histérica, tem depressão, TPM. Não...o homem de hoje não, ele está estressado, apenas.
Quando luta para impor sua vontade mesmo sendo nobre, muitos não a entenderão... Como é difícil seguir seu coração, sua emoção e até sua razão. Difícil mesmo é tomar as rédeas da própria vida, por outro lado, ir deixando se levar por ela, trará conseqüências inimagináveis...já que não se está no “comando", que torna imprevisível o resultado! Deixa o amor de sua vida passar e outras oportunidades, simplesmente por não saber selecionar, não saber entender a própria alma, já que perdeu muito do seu tempo focando-se no mundo externo. Sensibilidade, inteligência, vontade, liberdade, senso crítico, afetividade, indulgência, criatividade... Tudo grita em meio da correria da vida, da roupa por lavar, das tarefas, do animal de estimação, das crianças, dos desejos... Do ceder. É quando confude-se generosidade com escravidão.
Proibido deveria ser alguém responder a outrem quando nem mesmo as ânsias que carrega, têm a chance se serem descobertas de verdade.
Enquanto por outro lado, o que querem os outros, é apenas uma companheira das “cavernas”, a que serve, a que cede. Aquela que mesmo não cumprindo exclusivamente o papel de cuidar dessa caverna, continua sentindo-se pressionada aos cuidados físicos e emocionais do mundo, só é uma pena que não pôde ainda, cuidar de suas próprias verdades!
*Este primeiro texto foi escrito no primeiro ano da faculdade, quando ainda não era psicóloga. Uma frase deste texto foi citada no meu trabalho de conclusão de curso, cujo título é "O Conflito de Papéis e o Psiquismo Feminino", 2014, 81p. Orientador: Prof. Dr. Hélio Alves, Universidade Católica de Santos.
Que texto profundo... dolorido, impresso em verdade e história.
ResponderExcluirSem palavras, pois você já escreveu todas!
Parabéns minha querida, por ser mulher, por ser você e por escrever!
Você mora no meu coração e hoje o meu dia eu dedico a você e a todas as suas mudanças! Hoje é o seu dia Mariane! Parabéns!
Beijos da sua amiga
Karina (Karoca)